As bombas peristálticas vêm em vários designs, dependendo do método de compressão da mangueira:
Design do tipo sapata (bomba peristáltica do tipo sapata). A mangueira tem formato de U ou arco dentro da câmara da bomba; duas ou mais sapatas (deslizadores) são fixadas em um rotor (braço), comprimindo a mangueira de forma deslizante. O rotor comprime a mangueira duas ou mais vezes por revolução (dependendo do número de sapatas). Este método de compressão deslizante causa o maior dano à mangueira, semelhante a um veículo em alta velocidade freando repentinamente e deslizando para frente, resultando em danos significativos aos pneus e à superfície da estrada. Devido à grande quantidade de calor friccional gerado, cerca de metade da câmara da bomba é preenchida com lubrificante para garantir a operação normal. Isso serve em parte para reduzir o coeficiente de atrito, mas, mais importante, para transferir o calor friccional gerado para o corpo da bomba e expulsá-lo da bomba, garantindo a operação normal. Este design do tipo sapata limita severamente a velocidade da bomba. Este tipo de bomba peristáltica requer torques de partida e operação mais altos, necessitando de um motor mais potente, o que significa maior consumo de energia. No entanto, sua vantagem é que pode atingir pressões de saída mais altas (até 1,6 MPa).
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